Procuradoria Geral eleitoral pede quebra de sigilo fiscal de Luciano Hang

O empresário brusquense Luciano Hang, dono da Havan, divulgou, através de sua Assessoria, uma nota em que refuta o pedido do Ministério Público eleitoral para que seja reaberto o processo que investiga disparos e regulares de WhatsApp na campanha eleitoral de 2018. O órgão emitiu um parecer pedindo ao Supremo Tribunal Federal a retomada da investigação, baseada em supostas Provas novas. Na nota, Hang afirma que em duas oportunidades foi determinado o encerramento do processo.
Para ele, trata-se de desperdício de recursos públicos a tramitação de um processo ajuizado pelo partido dos trabalhadores, PT. Ainda de acordo com a nota, ação não possui nenhum efeito prático, pois está baseada em notícias publicadas pelo jornal Folha de São Paulo, as quais chama de falsas acusações.
Outra situação destacada na nota por Hang, é de que o disparo em massa de mensagens de WhatsApp na campanha eleitoral de 2018 trata-se de um boato criado pelo jornal, que já tem, inclusive, um ação de indenização tramitando na vara do Judiciário de Brusque.
O empresário a firma, ainda que não teme a quebra dos sigilos bancário e fiscal seu, reforçando que não tem nada a esconder. Esta semana, a procuradoria-geral eleitoral encaminhou pedido ao Supremo Tribunal Federal para que o processo que investiga o disparo ou suposto disparo de mensagens em massa na eleição de 2018 seja reaberto.
Além de Hang, o processo apura a participação de empresas da área de marketing e publicidade no disparo de envio em massa de mensagens que teriam favorecido a campanha do então candidato Jair bolsonaro à presidência da república.

