Biomédica alerta para a importância da doação de sangue durante a pandemia

Neste dia 25 de novembro se celebra o Dia Nacional do Doador de Sangue. E para falar sobre o assunto participou da programação do Rádio Revista, a Biomédica, Larissa Pucci, coordenadora da Agência Transfusional do Hospital Marieta, em Itajaí. Conforme ela durante pandemia o consumo de sangue aumentou.
“O aumento da procura por sangue está acontecendo. Nós aqui no hospital transfundíamos mais ou menos no hospital 550 bolsa de sangue, e mesmo com diminuição em alguns atendimentos, como as cirurgias eletivas, mesmo assim tivemos um aumento e passamos para cerca de 700 bolsas por mês e isso caracteriza um consumo excessivo, então reforço a importância da doação principalmente nesse período”, afirmou ela.
Larissa explica que geralmente o paciente que vai para UTI por Covid, já é um paciente que tem comorbidades, e ele acaba ficando por um longo período, e a doença pode levar a uma anemia nesse paciente, e ai necessitando de sangue.
A biomédica também foi questionada sobre quanto tempo a pessoa infectada pode demorar para fazer doação. “A pessoa que foi infectada pode após 30 dias fazer a doação de sangue. Temos também a doação do plasma convalescente que o Hemosc implantou que são doados por pessoas que foram infectados, esse plasma serve como fins terapêuticos, como se ele uma vacina para o paciente que está na UTI internado”, explicou.
Sobre os tipos de sangue, a biomédica afirma que não se tem uma diferenciação. “Quando a gente faz a conscientização a gente não faz diferenciação pelo tipo sanguíneo. Uma coisa interessante aqui em Santa Catarina é que para você agendar uma cirurgia eletiva você não precisa levar doadores, em outros Estados é diferente, alguns deles pede primeiro que você tenha um número de doadores e depois a cirurgia é marcada”, afirmou.
Para saber os locais de doação de sangue no estado, acesse www.hemosc.org.br.



