Uma das principais cerimônias dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), fora do período de realização do mesmo, é o acendimento do Fogo Simbólico, que aconteceu na última sexta-feira (7), em Brusque. Por força de lei, ela terá de seguir na cidade berço do Jasc. Um grupo de abnegados do esporte catarinense está fazendo de tudo para que a chama permaneça acesa.
Diretor-técnico da Fundação Municipal de Esportes de Brusque (FME), Delmar Tôndolo é um dos que segue lutando para que o ideal de Rubens Fachini siga vivo. Ele fez questão de lembrar que a cerimônia do Fogo Simbólico é um evento que nem sempre pode receber muitas pessoas, já que a simbologia do acendimento é altamente esportiva.
O objetivo para os próximos anos é de que o Fogo Simbólico do Jasc volte a percorrer várias cidades de Santa Catarina e não como aconteceu este ano, quando o fogo saiu de Brusque e foi direto para Itajaí, sede da 54ª edição do Jasc. É um projeto que demanda investimento e isso é importante que venha através de uma somatória de forças, pontua ele.
Segundo Delmar, a responsabilidade do Fogo Simbólico tem de ser dividida entre todo o estado, pois é um evento que leva o nome de Santa Catarina para o resto do país, além de fortalecer o nome de Brusque como berço dos Jogos Abertos, fato que nem sempre é lembrado em outras cidades.
Outro fator citado por Delmar foi a quebra de protocolo na última cerimônia, com a filha mais nova de Rubens, Maria Clara, e o neto de Rubens, Tiago, ajudando a carregar a chama do Jasc. Isso representa que a família de um dos maiores nomes do esporte catarinense também quer que a tradição iniciada por ele siga viva.
Os Jogos Abertos de Santa Catarina começam no próximo sábado (15), em Itajaí, e terão cobertura completa da equipe da Rádio Cidade. No topo da página, você pode ouvir o áudio da última entrevista da série especial sobre o Jasc.



