Durante a noite de quarta-feira (21), uma mulher de 38 anos compareceu à Delegacia de Polícia para registrar problemas com seu celular em seu local de trabalho. Segundo o registro, a mulher teria conectado o celular em um notebook da empresa em que trabalha para carregar a bateria. Porém, no documento ela diz que uma terceira pessoa mexeu nos arquivos do aparelho.
Ela percebeu que alguém teria invadido o celular, deletado os arquivos, bem como fotos e vídeos. Segundo a mulher, fotos nuas da parte de cima que estavam na lixeira do celular foram utilizadas para sua difamação, em montagens que inclusive tinham palavras de baixo calão junto das fotografias.
Essa montagem, inclusive foi colocada entre os arquivos do celular. Ela pediu para o responsável pelo sistema de informática da loja verificar a situação, e o mesmo teria confirmado que alguém mexeu no aparelho, inclusive esse acesso poderia ter sido feito de outro computador interligado na rede, já que o celular estava conectado em um notebook que estava ligado na rede.
O boletim ainda informa que com a informação de que qualquer pessoa com a senha de acesso poderia mexer nos dados do celular, o patrão da mulher ficou nervoso, e quando o responsável pela informática deixou a loja, a mulher questionou o fato, e o patrão teria até mesmo chorado.
Sua patroa ligou depois, afirmando que o marido não seria capaz disso. E ao abrir o celular depois dos fatos, a mulher notou que a montagem que ela havia deletado estava de volta no aparelho, e vídeos excluídos há cerca de três anos foram postados em sua conta no Youtube.



