O deputado estadual Serafim Venzon (PSDB) esteve na Rádio Cidade nesta sexta-feira (16), quando falou sobre o ano de 2016 e várias ações desenvolvidas por seu mandato. A situação política do país atualmente também foi um dos assuntos abordados por ele.
Venzon disse que vê as mudanças e transformações que têm ocorrido no Brasil como positivas. “Faz quatro ou seis anos que a população está se manifestando, exigindo mudanças. Acontece que da sugestão até se mudar leva muito tempo, porque tudo aquilo que existe hoje há pessoas que estão grudadas naquilo. As ideias são fáceis de serem mudadas, mas as pessoa são difíceis”, frisou.
Para Venzon, há muitos privilégios na política e não se faz nada de efetivo para mudar essa situação. “Quando a sociedade saia nas ruas, deixando que tem que mudar e é a melhor coisa que tem”.
O deputado destacou que as novas ideias que parecem surgir dia a dia são necessárias para esse processo de mudança. Segundo ele, o clamor social e popular que vem crescendo vai ajudar.
Sobre a crise econômica que vem atingindo estados, o deputado destacou que Santa Catarina ainda se mantém firme em relação os outras unidades da federação, cuja situação financeira se mostra delicada. Um processo que iniciou ainda na gestão do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, que estabeleceu ações às quais hoje tornam o estado estável diante da crise.
Outro assunto abordado por ele foi sobre o Fundo da Infância e Adolescência (FIA). Venzon anunciou uma parceria feita recentemente com a Prefeitura de Brusque para que parte do valor de declarações do Imposto de Renda seja remetido ao município e auxilie entidades que executam ações em prol de crianças e adolescentes.
Na hora de fazer a declaração, o contribuinte pode direcionar percentual de 6% do valor devido para o FIA. O valor é direcionado ao Fundo, que faz a gestão juntamente com a Prefeitura da cidade e entidades que realizam ações voltadas aos menores.
“Divulgamos para que as pessoas possam tenham a oportunidade de contribuir com sua cidade”, pontua ele.
A lei que permite a ação existe há 20 anos, mas é pouco difundida, disse Venzon.



