A corregedoria da Câmara Municipal de Brusque aceitou pedido de investigação para que se apure se o vereador Joaquim Costa, o Manico (PMDB), cometeu ato de improbidade administrativa quando estava como diretor de Obras da Prefeitura de Brusque. A denúncia, feita por Waldir da Silva Neto, é de que ele teria usado maquinários da secretaria para obras em terrenos particulares de familiares e amigos seus. Um seria em terreno de um compadre de Manico e o outro para a construção de um salão de festas na região onde mora o vereador.
A denúncia foi protocolada na Câmara na semana passada e lida em plenário. Na sessão desta terça-feira (29), o corregedor-geral, Moacir Giraldi (DEM), apresentou o parecer. No documento, ele afirma que, com base nas alegações e elementos apresentados que indicam a quebra de decoro parlamentar.
Com isso, deu prosseguimento à denúncia, encaminhando para a Mesa Diretora. Com isso, o presidente da Casa, Roberto Prudêncio Neto (PSD), sorteou os cinco vereadores que terão a missão de fazer a apuração dos fatos e opinar pela abertura de um processo de cassação do mandato de Manico ou não.
Fazem parte da comissão de ética e decoro parlamentar os vereadores Dejair Machado (PSD), Valmir Ludvig (PT), Marli Leandro (PT), Guilherme Marchewsky (PMDB) e Celso Carlos Emydio da Silva (DEM).



