O prefeito eleito de Brusque, Dr. Jonas Oscar Paegle, esteve no estúdio da Rádio Cidade nesta quinta-feira (6) para falar sobre o que ele prevê para a gestão que assumirá a partir de 2017. Temas como transição de governo, planos para diversas secretarias e o funcionamento da estrutura da Prefeitura foram abordadas por ele.
Dr. Jonas salientou que ao longo desta semana já começou a passar por diversos setores da Prefeitura, como Obras e Saúde, para saber da situação de cada pasta, o que deve acontecer em outras secretarias. O prefeito eleito destacou a abertura do atual prefeito, Bóca Cunha, em abrir as portas para que a transição seja organizada. Aliás, o processo de transição oficialmente inicia no dia 1º de novembro.
Ele reconheceu que a arrecadação de recursos tem diminuído consideravelmente nos últimos tempos, e que a expectativa não é muito positiva. Entre alguns dados que ele buscou nas secretarias, Dr. Jonas destacou que somente na Saúde, a Prefeitura está no aguardo de um repasse de R$ 1 milhão do Governo do Estado, que está atrasado.
O novo prefeito falou em pé no chão para administrar a cidade. E também afirmou que o vice-prefeito eleito, Ari Vequi esteve nesta semana em Florianópolis em reuniões com diversas lideranças, na busca de possibilidades de captação de recursos para a cidade de Brusque a partir do próximo ano.
Falando em vice-prefeito, o papel de Ari Vequi no governo municipal também foi discutido por Dr. Jonas. Segundo o prefeito eleito, Ari terá uma função de intermediador de várias ações do governo. Ele trabalhará diretamente junto ao gabinete do prefeito para poder conhecer a necessidade do município e pleitear diversas questões junto a outros órgãos.
Sobre a Câmara de Vereadores, Dr. Jonas admitiu que já iniciou conversas com diversos vereadores eleitos para buscar posicionamentos favoráveis a população. Por ter apenas quatro vereadores eleitos em sua coligação, diversos nomes de outras siglas foram procurados para mostrar como será a postura do governo, e buscando o convencimento para se ter a maioria no Legislativo.



