Secretário diz que mais de 50% dos pedidos dos taxistas foram atendidos

O secretário de Trânsito e Mobilidade da Prefeitura de Brusque, Renato Bianchi, rebateu as colocações feitas pelo presidente do Sindicato dos Taxistas, Modesto Luiz Bertoldi, à Rádio Cidade sobre a lei aprovada ontem, terça-feira (25), pela Câmara de Vereadores. Modesto disse que a legislação foi montada pelos agentes da Setram e que não houve a participação até o final dos profissionais do setor.
Bianchi disse que toda a lei foi discutida junto com uma comissão dos taxistas. Houve, ainda, duas audiências públicas na Câmara Municipal para discutir a legislação.
“Tínhamos um pessoal da Secretaria de Trânsito naquele mesmo momento em que estávamos apresentando a lei para os vereadores. Alteramos quase 50% da lei a pedido deles. Depois de toda a discussão que teve nessas duas audiências, existe uma Comissão do Táxi e ela nos reivindicou outras situações. Destas, algumas coisas atendemos e algumas vimos que não era interessante estar alterando”, disse ele.
Uma delas é quanto à cor dos veículos, que sempre foi branca. Renato afirma que a intenção é de padronizar o serviço na cidade e que o uso do logotipo de Brusque estava sendo solicitado para ser removido dos carros, o que não foi autorizado.
“Vimos de uma forma que não é seguro. Até para o próprio usuário. Porque daqui a pouco alguém estaria oferecendo serviço de táxi e não é taxista”, prosseguiu.
Além destas, também foi pedido pelos taxistas que a quantidade de vistorias fosse reduzida de duas para uma por ano. Isso também foi aceito.
“Acho até uma forma estranha essa declaração do presidente do sindicato de que não houve discussão com os taxistas. Houve sim. Mudamos mais de 50% do projeto para atender a demanda deles”, destaca Bianchi.
O projeto de lei 10/2019 foi votado ontem pela Câmara Municipal de aprovado por unanimidade.



