Cruzamento do HSBC preocupa Ibplam
Após uma semana propondo que os internautas opinassem sobre as primeiras alterações feitas no trânsito da área central da cidade, a enquete “As mudanças no trânsito...” teve 33% das respostas para “Complicaram mais”, enquanto que 21% consideraram que “Eram necessárias”. Para 16% dos internautas que responderam à enquete, as mudanças “São inúteis”. Para 15%, “Melhoraram o fluxo e segurança” e, para 15% , “Foram confusas”.
O diretor do Instituto Brusquense de Planejamento e Mobilidade, Alexandre Gevaerd avalia os números de forma tranqüila. Primeiro, pelo impacto da mudança, o que por natureza causa nas pessoas uma contrariedade quando se muda a rotina. Segundo, porque a missão ainda não está cumprida.
Antes desse trabalho desafiador ser criado e colocado em prática em Brusque, em todas as pesquisas de opinião com a população as duas principais preocupações eram saúde e trânsito.
Alexandre reitera que “saúde, e trânsito matam, e por esse motivo é preciso haver ações para diminuir os óbitos”. É preciso que a população pense no coletivo e faça uma equiparação com o número de vítimas fatais nos dois últimos anos e agora.
O resultado não será imediato, mas sim a médio e longo prazos. Quanto aos congestionamentos, a equipe do Ibplam diariamente está transitando por algumas ruas nos horários de pico para acompanhar e analisar algumas situações. Antes das mudanças no trânsito, segundo Gevaerd Brusque tinha 15 pontos críticos. Hoje, muitos desses já foram solucionados.
“É um novo processo de adaptação e que levará algum tempo para acertar”, considera o engenheiro. O diretor-presidente do Ibplam afirma que apesar das últimas alterações nas proximidades do HSBC, ainda existem algumas dificuldades encontradas pelos motoristas.
A equipe identificou uma deficiência no eixo da avenida Getúlio Vargas, procedente da Havan. O tempo certo do semáforo ainda não foi acertado. Para diminuir o tempo de espera dos motoristas, deverá ser feito um pequeno ajuste.



