A Câmara de Vereadores de Brusque fez a leitura em plenário nesta quinta-feira (18) d parecer sobre o processo que buscava investigar as condutas da vereadora Marli Leandro (PT), do suplente Felipe Beloto (PT) e do também suplente Célio de Souza (PMDB) no caso da compra de um terreno pelo Samae em 2013. A Comissão Especial de Ética e Decoro Parlamentar do Legislativo emitiu parecer pelo encerramento do caso.
Durante a discussão sobre o caso, o vereador Celso Carlos Emydio da Silva (DEM) reclamou que havia sugerido a inclusão no texto para que para que toda a diligência de vereadores em casos que estejam sob investigação seja realizada de forma oficial, o que acabou não ocorrendo. Ou seja, com comunicado prévio do legislador à mesa diretora da Câmara.
O parecer foi elaborado pelo vereador José Isaias Vechi (PT). No documento, ele segue o que disse o próprio Ministério Público quanto à investigação, de que não havia nada sido constatado de irregular na conduta dos três. Ele frisou que o pleito de Celso não tinha mais como ser inserido no texto em questão.
A vereadora Marli Leandro (PT) disse que não tem sentido que a cada vez que um vereador for fazer visita e fiscalizar algo ter que comunicar à Câmara. Já o vereador Ivan Martins (PSD) afirmou que na ocasião o então vereador Felipe Beloto era membro da Comissão que fazia a investigação e que, por conta disso, estava devidamente autorizado a fazer a visita sem prévio aviso da Câmara.
Os vereadores deliberaram que a alteração será inserida daqui para frente, pois como o texto deste caso estava finalizado, não havia como efetuar a mudança. Mesmo os vereadores oposicionistas aos três que foram investigados (Marli, Beloto e Célio) reconheceram que nenhuma irregularidade foi identificada no caso.



