Não há tema polêmico à vista
Pauta quase vazia e poucos discursos. Assim têm sido as reuniões da Câmara Municipal de Brusque nas últimas semanas. E ontem (30) à noite não foi diferente. Apenas um projeto de lei foi à discussão, acompanhado por um pedido de informações da oposição à prefeitura e de três moções.
A proposta discutida em 1ª votação solicitava autorização para declarar de utilidade pública a Associação dos Atletas Especiais de Brusque (AAEB), dirigida pelos integrantes do conhecido Projeto Transcender. O projeto obteve votação favorável de todos os vereadores. Já o pedido de informações feito pelo pedetista Eduardo Hoffmann questiona se a prefeitura vai instalar Academia para Todas as Idades (ATI) nos bairros Guarani e Águas Claras.
Quanto às moções, elas tiveram autoria de Celso Emydio da Silva (DEM) e Edson Rubem Muller (PP). O primeiro congratulava o CGT Laço do Bom Vaqueiro por um churrasco oferecido durante a 2ª Felicità, no domingo (29). Já o segundo estendia cumprimentos ao novo delegado de polícia de Brusque, Alex Bonfim dos Reis, que comandará a Delegacia da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso, e ao governador Leonel Pavan (PSDB) pela ascensão ao cargo.
Não fossem os discursos de Roberto Pedro Prudêncio Neto (PDT) e Valmir Coelho Ludvig (PT), a reunião teria sido uma das mais rápidas da atual legislatura. O pedetista abordou a questão da rotatividade de juízes na Comarca de Brusque e um pedido do Legislativo para que o Tribunal de Justiça de Santa Catarina instale mais varas do Judiciário no município. A venda do prédio onde funciona a Defesa Civil do município ao Poder Judiciário, pelo governo anterior, também foi abordada e o vereador confirmou que a Câmara também apóia que o negócio seja desfeito e o prédio retorne às mãos do Executivo.
O líder do governo, Valmir Ludvig, falou a respeito de mudanças no trânsito, enquete da Rádio Cidade sobre as ciclofaixas e a confusão que o cidadão faz sobre o verdadeiro papel do vereador. Jonas Oscar Paegle (DEM) discursou sobre propaganda de depressão e as propagandas de remédios na mídia, e Alessandro Simas (PR) a respeito da ocupação, por maus motoristas, das vagas destinadas aos carros que fazem o transporte escolar no município.


