O Movimento o Sul é o Meu País organiza um plebiscito informal em 2 de outubro, mesma data das eleições municipais, para fazer a seguinte pergunta a população, "Você gostaria que Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul formassem um país independente?" O assunto é polêmico e tem divido opiniões na região Sul do País, apesar de que, dados de pesquisa nos três estados indicam certa vantagem em relação aos que são simpáticos à ideia do separatismo. Os integrantes do grupo são favoráveis à separação do Sul do resto do Brasil. Eles pretendem espalhar quatro mil urnas em todos os 1.191 municípios dos três Estados.
As seções serão posicionadas a cerca de cem metros dos locais oficiais de eleição. O objetivo é alcançar 5% dos votos do sul, o que significa cerca de um milhão de eleitores. O movimento afirma estar angariando simpatia, com mais de 10 mil voluntários cadastrados para atuar no plebiscito informal. Anidria Rocha, uma das coordenadoras do movimento, defende a independência financeira do Sul.
No seu entendimento somente com a separação os três Estados terão autonomia de administrar seus próprios recursos financeiros conseguindo assim obter crescimento mais sólido. Já o professor titular de Direito Constitucional da UFRGS e da Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP), Eduardo Carrion, diz que o primeiro artigo da Carta Magna veda o separatismo.
De acordo com a Lei os plebiscitos, para terem valor legal, precisam ser convocados pelo Poder Legislativo, obedecendo as regras da lei e da resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).



