Proibidas, festas têm dado trabalho à PM nos finais de semana

Nos finais de semana, a Polícia Militar tem registrado bastante trabalho para fazer cumprir o decreto que proíbe aglomero de pessoas e realização de festas na cidade de Brusque. Em média, segundo a corporação, festas caseiras, familiares, que também estão proibidas, costumam reunir entre 20 a 30 pessoas.
O comandante da PM de Brusque, tenente-coronel Otávio Manoel Ferreira Filho, afirma que a atuação tem sido frequente, embora esbarre na falta de efetivo e viaturas para de conta de todos os chamados.
“Estamos na reclusão social. As pessoas estão em um período em que não aguentam mais esse afastamento social. Infelizmente, ainda não está liberado e compete a nós, policiais militares, fazer cumprir o que está no decreto em função da Covid-19”, destacou ele em entrevista esta manhã ao programa Rádio Revista Cidade, da Rádio Cidade.
Para o policial, considerando outras cidades, a população de Brusque tem respeitado as regras nesse sentido. Os chamados que são atendidos de festas e eventos na cidade costumam ser de reuniões familiares. Os proprietários dos imóveis e organizadores são autuados. As próprias pessoas nos arredores acabam denunciando pelo barulho ou aglomero de pessoas.
Resistência dos abordados
As pessoas não são simpatizantes à ação da polícia, afirma Otávio. Até por ser o divertimento e a polícia vai para acabar e mandar as pessoas embora, a ação policial não é vista com bons olhos. Apesar disso, o comandante da PM afirma que raros são os casos em que há reação dos envolvidos em não cumprir a ordem de encerramento da festa.
“As pessoas sabem que já estão cometendo uma atitude que não pode. Todos sabem que as festa se eventos não estão liberados”.



