A última reunião da comissão especial do Residencial Minha Casa, Minha Vida aconteceu na tarde desta quarta-feira (6) com protestos de moradores, mas com a promessa de encaminhamentos e soluções aos condôminos. O vazamento do gás foi o principal foco da tarde, o que gerou bastante discussão.
“A gente está lutando, e isso já vai fazer três meses, pelo gás, que a gente tem muito problema com a construtora Cittá. Mas acho que dessa vez a gente vai conseguir e, com certeza, a gente vai colocar no Ministério Público”, comenta a moradora do Residencial Minha Casa, Minha Vida, no Cedrinho, Rosemere Koepp. Outra dificuldade dos moradores, segundo ela, é com a empresa administradora do condomínio. “A gente vai lá e pede as contas ou contratos e não são repassados”, aponta.
Para Peter Zahle Larsen, coordenador técnico da Cittá Construções e Empreendimentos, os encontros têm tido grande avanço. Ele garantiu que, ainda nesta quinta-feira (7), os profissionais devam ir até o residencial para verificar, mais uma vez, o vazamento de gás que ocorre em alguns blocos. “Estamos encaminhando todos os problemas. As questões que a gente tinha para tratar, já foram tratadas. Eu espero que, dentro dos próximos 45 a 60 dias, a gente deixe tudo encerrado, para que, como eu falei, voltemos a falar da manutenção desses itens ou assuntos novos”. Larsen também se comprometeu a entregar um relatório a cada quinze dias com as devidas soluções.
O representante da Caixa Econômica Federal, Sérgio Osvaldo Riedel, gerente regional, avaliou de forma positiva a reunião, visto que foram tratados os assuntos levantados pelos moradores. “A Caixa entende que a participação dela é importante, pois é o agente operador do programa do Governo Federal, mas como a gente percebeu, há necessidade com os atores locais participando do programa, intervir e trazer parcerias para melhorar a condição”.
Embora esta tenha sido a última reunião da comissão especial, como ainda há pendências a serem atendidas, os trabalhos ainda não foram encerrados definitivamente.



