O feijão tem pesado cada dia mais no bolso do consumidor na hora de fazer as compras. Os brusquenses atentos aos valores deste produto tem observado que nos supermercados do município há várias semanas o feijão não tem sido incluído nos tabloides de ofertas. O principal motivo, é o mesmo que tem afetado milhões de famílias no País, o preço. Em Santa Catarina o quilo do feijão tem variado entre R$ 9 e R$ 15 ou mais. Em um ano o alimento subiu mais de 40 por cento.
Para reduzir o valor nas prateleiras do mercado, o governo resolveu autorizar a importação do alimento. Agora o feijão servido na mesa da população vai vir da Argentina, do Paraguai e da Bolívia. Caso o produto importado desses países não seja suficiente, o governo vai mandar buscar também no México e na China. A alta no preço foi causada pela seca nas regiões sul e sudeste. O governo afirma que a medida não é permanente, e só foi adotada para lidar com a crise.
Outra preocupação do governo é com o preço do milho. Caso o valor do alimento aumente, também será necessário importa-lo dos vizinhos. Vale registrar que o feijão que hoje está em falta no Brasil, no ano passado, em 2015, no mês de outubro, o governo de Dilma Rousseff, doou 625 toneladas de feijão para Cuba, e além da doação, o Brasil também custeou o transporte do alimento até Havana, capital do país cubano.



