Fila para ultrassom só cresce
Apesar de dispor de um aparelho de ultrassom para atender pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a prefeitura de Brusque precisa, muitas vezes, encaminhar pessoas para realizar os serviços fora da cidade. E, por dois motivos: não há profissional aqui para atender à demanda e, o referido aparelho não dispõe de uma peça que permita realizar certos tipos de ultrassonografias.
É o que afirmou a enfermeira Miriam Sasse Schaefer, do setor de planejamento da secretaria municipal de Saúde. Segundo ela, o aparelho pertence ao Hospital de Azambuja, mas foi cedido ao município para atender à população.
“Temos o equipamento na políclinica, mas não temos o profissional. Há dois profissionais no município, mas eles têm pouco horário para atender. Então a demanda é muito grande”, frisou a enfermeira.
A falta da peça que permite a realização de alguns tipos de exames, leva a prefeitura a agendar os serviços em outras cidades. Devido à distância, muitas pessoas marcam, mas não se deslocam até o local.
Com isso, segundo Miriam, os prestadores do serviço concluem que não é viável fazê-lo. Resultado: acumulam-se pedidos por novos exames. Atualmente, segundo a enfermeira, a fila de espera chega a 400 pessoas.


