Moacir Giraldi (DEM) subiu o tom contra Roberto Pedro Prudêncio Neto (PSD) na sessão desta terça-feira (12) da Câmara Municipal de Brusque. Ao dar resposta ao presidente da Casa sobre a posição da mesa diretora na eleição indireta para prefeito, ele
No discurso, Prudêncio disse que foi uma fraude o que a mesa diretora fez ao não cumprir, em sua visão, o que determinara a Justiça Eleitoral na realização do pleito indireto.
A acusação fez Giraldi reagir de imediato. Em tom elevado, uma de suas características quando usa a tribuna, o vereador do DEM engrossou o discurso contra Prudêncio Neto, do qual foi aliado em boa parte do mandato interino de prefeito.
Não venha imputar a mesa diretora o que está acontecendo nessa cidade”, disse ele.
Jean Pirola (PP), que estava presidente da Câmara quando toda a situação se desenrolou, disse que a mesa diretora agiu dentro da legalidade e citou artigo da Lei das Eleições que embasa a decisão de permitir uma nova candidatura.
Alessandro Simas (PSD) contrapôs as colocações de Pirola, afirmando que a mesma lei estipula que o prazo para inscrição de candidatos em substituição ao desistente somente poderia ser feito até 20 dias antes do pleito ou no falecimento do mesmo. Ao final, ironizou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) que devolveu no domingo (12) a cadeira de prefeito a Boca Cunha.
“Essa desembargadora nós sabemos muito bem quem é”, soltou ele.
Dejair Machado (PSD) disse que se for analisar, a cidade só foi governada por liminar nos últimos quatro anos. O único momento em que não foi governado dessa forma foi quando Prudêncio Neto estava como interino.
Disse que os vereadores fizeram a parte deles e se os partidos se sentiram prejudicados, têm o direito de recorrer. “Nós estamos pagando, a Câmara e os Vereadores, um preço muito alto completou.




