O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Democratas (DEM) foram dois dos principais responsáveis pela votação que elegeu a chapa de José Luiz Cunha e Rolf Kaestner, do Partido Progressista (PP) ao cargo de prefeito e vice de Brusque. Somados, os dois deram seis dos nove votos totais na chapa. E a Rádio Cidade conversou com a liderança dos dois partidos sobre os motivos que os levaram a orientar a bancada na Câmara de Vereadores no voto para a Chapa 1.
Posição do PT
Para o presidente do PT de Brusque, Felipe Belotto, o apoio na eleição indireta ao então candidato José Luiz Cunha, foi uma decisão em conjunto de todo o diretório, principalmente no sentido de descontinuar a administração que era liderada por Roberto Prudêncio Neto. Mas ele salienta que houve proposta, derrotada no diretório, de que a bancada de quatro vereadores votasse em branco na eleição indireta.
Em caso de chamada de militantes do partido para a participação do governo eleito indiretamente, o diretório de Brusque do PT foi unânime em decidir que ninguém assumirá qualquer cargo nesta administração. Ou seja, apesar dos quatro votos dados na chapa eleita, o partido não quer compromisso com a administração, já que o PT já tem pré-candidato à Prefeitura de Brusque para as eleições de outubro.
Posição do DEM
Em entrevista ao repórter Valdomiro da Motta, o presidente do Democratas de Brusque, Jones Bósio avaliou a postura do partido. Segundo ele, o apoio e a votação na Chapa 1 foram decididos a partir do momento que José Luiz Cunha aceitou a sugestão do corte de cargos comissionados e secretarias na administração municipal.
Bósio falou em confiança no nome de Boca Cunha, principalmente pela história política do novo prefeito de Brusque. Porém, diferente do PT, o Democratas deve fazer parte da composição da equipe de governo, apesar de Bósio não tratar oficialmente do tema, situação que deve se confirmar ao longo das próximas horas.
Acompanhe no topo da página a entrevista com as lideranças de PT e DEM sobre a votação



