Foi condenado a oito anos e seis meses de reclusão, em regime fechado, o réu Daniel Gonçalves de Jesus (29), pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas. Ele fazia parte de uma quadrilha que foi presa no dia 11 de junho de 2015, na região do Bairro Steffen, em uma operação desencadeada pelas polícias Civil e Militar de Brusque.
No dia da prisão dos outros cinco, que faziam parte do grupo, ele não foi encontrado. O foragido só foi encontrado pela Polícia Civil no dia 22 de janeiro deste ano. Ele estava trabalhando como montador de móveis, quando foi preso na Vila Osternack, Bairro Sitio Cercado, em Curitiba (PR). Desde então, ele ficou recolhido na Unidade Prisional Avançada (UPA) de Brusque.
De acordo com a sentença, Daniel Gonçalves de Jesus, conhecido como “Dani”, foi denunciado pelo Ministério Público (MP), juntamente com Alfredo Teixeira, vulgo "Gordo", Gilberto Antonio Martins da Silva Begnini, vulgo "Gringo", Edelmiro Amaral de Lima, vulgo "Neto", Felipe Reis Amaral, vulgo "Alemão", Carlos Henrique da Conceição Costa, vulgo "Carioca", e Carlos Benício de Jesus Coelho da Silva, vulgo "Cabeça", pelos crimes de tráfico e associação, previstos nos artigos 33 e 35 da Lei n. 11.343/2006, respectivamente. O restante do grupo foi condenado no último dia 3 de dezembro de 2015.
Segundo a denúncia, Daniel era o braço direito de Alfredo, que comandava o tráfico e gerenciava o ponto de venda de drogas situado na Rodovia Ivo Silveira, Bairro Steffen, vendendo drogas, aliciando e comandando outros traficantes menores. De acordo com o inquérito, Daniel era quem comandava os outros quatro presos, todos supervisionados por “Gordo”.
Não foi concedido o direito de recorrer em liberdade para o condenado.
RELEMBRE O CASO: Polícia prende cabeça do tráfico e mais três em Brusque




