Inaugurada em 2013, há apenas cinco anos, a atual sede da Fundação Cultural de Brusque é o retrato de muitos espaços e prédios públicos pelo país quanto à coservação. A falta de manutenção evidencia diversos problemas estruturais. Na última semana, a Rádio Cidade recebeu reclamações de pessoas que utilizam o local sobre as más condições do mesmo.
Entre os problemas estão sinais de infiltrações pelo teto e paredes na Biblioteca Pública Ary Cabral, tomadas soltas, pintura deteriorada e outros. O próprio letreiro de identificação do local está com peças faltantes, bem como ausência de extintores.
A secretária da Educação, Eliane Busnardo Buemo, afirma que tem conhecimento da situação em que se encontra o prédio, já que a cultura integra a pasta sob sua responsabilidade.
Segundo ela, quando da construção da estrutura, aparelhos de ar condicionados foram colocados em local inapropriado, em cima das calhas. Esse seria o motivo das infiltrações. “Foram feitos trabalhos para retirar eles. A infiltração se dá por necessidade da troca de calhas, que somente poderiam acontecer após a remoção dos aparelhos de ar condicionados. Agora, sim, estamos na fase da troca dessas calhas”, alegou a secretária.
A reforma do prédio consta no Plano Plurianual (PPA), conjunto de políticas e ações de governo para um período de quatro anos. A obra engloba a troca do telhado, da rampa de acesso, além da pintura do prédio.
“Estamos, periodicamente, atentos a todas as ocorrências. Tanto que estamos em vários locais (na área da educação) e, especialmente ao prédio da Fundação, desde que assumi em fevereiro deste ano, temos tido uma preocupação”, frisa ela.




