A falta de manutenção nas rodovias que doa acesso a Brusque tem sido motivo de cobrança das cidades vizinhas ao governo do estado. Da Antonio Heil, entre Brusque e Itajaí, à Ivo Silveira, que faz a ligação com Gaspar, à Gentil Archer, no acesso à Nova Trento e ao Vale do Rio Tijucas todas apresentam algum tipo de problema.
Coordenador regional de Infraestrutura do governo do estado, o ex-prefeito de Botuverá, Nene Colombi, afirma que existe projeto para fazer um espécie de mutirão de consertos e outros reparos na estrutura viária destas rodovias. O pedido teria sido feito, inclusive, pelo próprio governador Jorginho Melo.
Segundo ele, são cerca de 900 km de rodovias que estão sob sua responsabilidade. Além de disso, há serviços de retirada de barreiras e tapa buraco. Tudo isso passa por questões de contrato, pois as empresas são de fora do estado, muitas vezes, e isso acaba atrapalhando.
“Às vezes, você precisa juntar uma rodovia inteira e bate na trave. Por isso, vamos fazendo as prioritárias. Fizemos um levantamento de toda as rodovias. Fizemos já o mapeamento de todas onde está ruim ou péssimo. Com o mapa feito e gráfico, acredito que nos próximos meses vamos ter uma operação!”, pontuou ele em entrevista ao programa Rádio Revista Cidade, da Rádio Cidade.
A operação de recuperação, no entanto, não tem data ou previsão para começar.
Nenê afirma que há 130 km de estradas de chão na sua coordenadoria, o que amplia a dificuldade de executar as obras com agilidade.
“Não temos maquinários e trabalhamos com empreiteiras. E nem todas conhecem a logística. Vamos trazer material de Vidal Ramos, passando Botuvera para levar a Boitexburgo, região em Major Gercino, que estava intransitável”, frisou ele.
Nene afirma que o fato de haver apena suam empresa para executar os serviços nas 50 cidade atrapalha. A intenção é elaborar nova licitação e dividir em áreas para que mais empresas executem os serviços. Isso, segundo ele, vai facilitar e dar, mais agilidade no processo de recuperação das rodovias.



