Há 18 dias no cargo, a nova secretária de Saúde da Prefeitura de Brusque, Thayse Rosa, chega com várias ideia as serem implementadas para dar maior vazão às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre as ideias está a de elaborar estudo para manter as unidades básicas de saúde abertas até mais tarde e viabilizar, também, a abertura de Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas. O assunto foi tema da entrevista concedida por ela ao programa Rádio Revista Cidade, da Rádio Cidade FM desta sexta-feira (18).
A secretária afirmou que a pasta da Saúde é complexa e os problemas encontrados em Brusque são semelhantes aos com os quais se deparou em outras cidades que trabalhou. Como Biguaçú, na Grande Florianópolis, onde foi sua última atuação.
“Toda pasta da saúde em qualquer município tem essa dificuldade. Entretanto, quando cheguei a primeira coisa feita foi começar a fazer esse diagnóstico, chamar as equipes técnicas, pegar esses relatórios e entender para onde partir”, destacou ela.
O estudo de impacto financeiro para ampliar as UBS é um deles. “Venho de um município de 70 mil habitantes em que temos UBS que funcionam até as dez da noite, como temos UBS que funcionam até as 19h”, frisou. A ideia é começar com projeto piloto e ampliar aos poucos.
O processos eleitoral atrapalha a execução de muitas ações, assegura ela. A contratação de profissionais é um deles. Por isso, a dificuldade de compor equipes de médicos.
“Assumi com muita dificuldade. Mas precisamos arrumar a casa primeiro. A curto prazo é resolver esses problemas. Não podemos ficar só apagando incêndio. Precisamos fazer com pouco recurso que temos”, destacou ela.
A secretária disse que todos os pagamentos de repasses aos hospitais seguem normalmente. No entanto, ela solicitou esclarecimentos so hospital de Azambuja por não ter encontrado documentos que constam como obrigatórios no contrato de prestação de serviços. O prazo para que a direção do hospital entregue tais documentos é de 15 dias.
O pedido de esclarecimento foi feito quando ela autorizou o pagamento de R$ 2 milhões ao hospital este mês, valor já contratualizado. Haverá uma reunião com a direção do mesmo para tratar das questões contratuais.
“Até o momento não havia achado evidências de que que aquilo ali está sendo cumprido. Fiz uma notificação para que apresentem para mim num prazo de 15 dias. Até para eu entender o que está sendo pago”, frisou ela.
Thayse fez questão de destacar que isso não significa que não tenha sido feita essa entrega dos documentos, mas que, até o momento, ela não encontrou os mesmos para autorizar o pagamento ao hospital.




