O atendimento através de telemedicina não pode ser feito pelo WhatsApp ou aplicativo semelhante. É necessário uma plataforma que possa registrar todo o passo do serviço prestado pelo médico e que permita sua aferição. A afirmação é do médico Jonas Krischke Sebastiany, que concedeu entrevista apo programa Rádio Revista Cidade, da Rádio Cidade FM de Brusque, nesta quinta-feira (31).
“Não são todas que tem esse serviço. É necessário dispor de todo esse aparto que a lei determina e que é muito importante para a segurança. Isso precisa ter segurança das informações que são gravadas. Porque isso pode ser usado como prova, inclusive”, pontua Sebastiany.
Ele afirma que a segurança que há em um consultório médico, do ponto de vista das informações do paciente e os diagnósticos, precisam da mesma forma estar disposta na telemedicina.
“Não pode ser de outar maneira (pelo WhatsApp, por exemplo). Isso é a medicina praticada de maneira irregular”, destaca ele.
Sebastiany, juntamente com o médico Frederico Marchisotti, integra o Conselho regional de Medicina (CRM) em Santa Catarina. Os dois integram a chapa eleita no mês de julho para mandato de cinco anos. Foram cerca de 15 mil médicos votantes, dos quais, mais de 12 mil disseram sim à chapa.
O CRM tem, entre outras atribuições, fiscalizar a atuação médica e avaliar condutas dos profissionais da categoria, além e autorizar o exercício da atividade profissional.
Sebastiany afirma que outra situação eu o órgão tem buscado atuar de foram afirme é quanto à publicidade feita por profissionais de forma irregular. A intenção é fazer trabalho de orientação no sentido de que as práticas sejam encerradas.
A entervista completa pode ser assistida no canal da Rádio Cidade no Youtube, no programa Rádio Revista Cidade.



