(VÍDEO) Bruno Moritz assume presidência da Associação Nacional dos Acordeonistas

Na tarde desta segunda-feira (29), o programa Conexão 92 recebeu o acordeonista Bruno Moritz, que recentemente assumiu a presidência da Associação Nacional dos Acordeonistas do Brasil. Com a mudança, a sede da entidade, fundada em 1986 e ligada à Confederação Internacional dos Acordeonistas e à Unesco, passa a funcionar oficialmente em Brusque. “A sede acompanha o presidente. Toda a parte burocrática, CNPJ e documentos agora saem daqui da cidade, com a minha assinatura”, explicou.

Durante a entrevista, Bruno destacou o papel da associação em preservar a cultura do acordeon e promover eventos de formação e intercâmbio. Ele lembrou que o Brasil tem conquistado espaço em competições mundiais, como a Copa Mundial de Acordeon, realizada este ano em Sarajevo. 

“Nosso representante voltou com o terceiro lugar para o Brasil, o que é uma baita conquista. Para mim, tem um sabor especial, porque ele é aluno de um ex-aluno meu”, relatou. Moritz, que já havia representado o país e conquistado um quarto lugar na mesma competição, ressaltou a importância dessas iniciativas. “Quando participei, ainda era tudo mato, a gente abriu caminho. Hoje já temos brasileiros chegando em terceiro lugar. Isso mostra que a sementinha está brotando.”

O novo presidente também compartilhou sua trajetória pessoal com o instrumento. “Com quatro anos, meus pais me flagraram tocando acordeon. Comecei com brinquedos da antiga Hering, em Blumenau, e fui evoluindo até chegar ao acordeon de 120 baixos. É só isso que eu sei fazer na vida, e até dizem que faço razoavelmente bem”, brincou. 

Para ele, a missão agora é ampliar a presença da associação e atrair novos músicos. “Nosso trabalho é atualizar a casa, colocar a associação nas mídias sociais, fortalecer os associados e oferecer cursos, workshops, festivais e intercâmbios. Queremos evitar que o acordeon volte a minguar, como aconteceu nos anos 80 com a chegada do teclado eletrônico.”

Bruno também comentou sobre o desafio de aproximar os jovens do acordeon, muitas vezes visto como “instrumento de avô”. “É comum eu ouvir: ‘meu pai tocava’, ‘meu avô tocava’. Mas hoje já vemos crianças e adolescentes se interessando. Projetos como a Fábrica de Gaiteiros, criada pelo Renato Borghetti, são um exemplo disso, e a associação também quer seguir esse caminho”, afirmou. 

Ele destacou ainda os planos para oferecer benefícios aos associados, como descontos em cursos e equipamentos, além de entrada gratuita em eventos apoiados pela entidade. “Estamos com diretores regionais em quase todos os estados. A ideia é promover cursos, shows e intercâmbios em todo o Brasil, porque o acordeon é parte da cultura, do folclore e da identidade musical do país.”

Homem é alvo de operação da Polícia Civil por maus-tratos a cães

A Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu, nesta manhã de segunda-feira (29), um mandado de busca e apreensão contra um homem suspeito de maus-tratos à animais em Joinville. Segundo informações da polícia, ele teria adotado pelo menos sete filhotes de cães nos últimos três meses, sendo que alguns foram encontrados mortos e outros abandonados em vias públicas. Alguns moradores acharam alguns filhotes e...
Continuar lendo...

Morre bezerra que nasceu com duas cabeças em SC

Morreu na noite da última sexta-feira (26) a bezerra que havia nascido com duas cabeças em uma propriedade rural de Belmonte, no Oeste de Santa Catarina. A informação foi confirmada no sábado (27) pelo professor Jackson Preuss, da Unoesc (Universidade do Oeste de SC), que acompanhava o caso de perto. O animal nasceu na quinta-feira (25) com uma condição congênita rara, chamada diprosopia, que provoca a...
Continuar lendo...

Santa Catarina tem a segunda menor taxa de analfabetismo do país

Santa Catarina registra a segunda menor taxa de analfabetismo do país entre pessoas com 15 anos ou mais. Os dados compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo IBGE. A modalidade Educação é anual e os últimos resultados referem-se ao segundo trimestre de 2024. Santa Catarina registrou taxa de analfabetismo de 1,9%, ficando atrás somente do Distrito Federal, que apresentou...
Continuar lendo...