A situação da infraestrutura viária regional e os avanços em projetos considerados estratégicos estiveram no centro do debate da entrevista concedida pelo assessor parlamentar Nene Colombi (MDB) na manhã desta quarta-feira (21). O tema envolve demandas antigas da população, gargalos de mobilidade e obras aguardadas há anos, especialmente em trechos com grande fluxo de veículos e histórico de congestionamentos.
Após uma breve introdução sobre o assunto, a entrevista foi realizada no programa Conexão 92, onde Colombi falou sobre reuniões recentes com a Secretaria de Infraestrutura do Estado e detalhou o andamento de projetos considerados prioritários. Entre eles, a pavimentação da ligação Botuverá–Vidal Ramos, apontada como fundamental para integrar o Alto Vale ao litoral catarinense e melhorar a logística regional.
Ao tratar do acesso entre Botuverá e Vidal Ramos, o assessor explicou que o projeto precisou ser refeito por inviabilidade econômica do modelo anterior. Segundo ele, “foi feito um projeto inviável, economicamente, então um projeto que não iria ser executado”. A nova proposta prevê a divisão da obra em etapas, permitindo que os trabalhos avancem conforme a liberação de recursos.
Durante a entrevista, Colombi também deu destaque especial ao trecho entre Santa Luzia e Claraíba, considerado um dos pontos mais críticos da região. Ele ressaltou que a implantação da terceira faixa é uma demanda urgente para melhorar a fluidez do trânsito e a segurança dos motoristas. “Principalmente aqui saindo do Santa Luzia até na Claraíba, ali é um carma realmente em alguns horários”, afirmou.
Outro ponto enfatizado foi a obra do elevado no bairro Limoeiro, nas proximidades de uma creche e áreas residenciais. De acordo com Nene, o projeto já está licitado e deve trazer ganhos importantes em segurança e acessibilidade. “Já foi licitado o elevado ali, vai melhorar muito a acessibilidade das pessoas que moram ali”, disse.
Ao final da entrevista, o assessor parlamentar avaliou que os avanços recentes são resultado de articulação política e priorização por parte do governo estadual. Ele reforçou que, apesar da burocracia, as obras estão saindo do papel e devem trazer impactos positivos diretos para a mobilidade, a segurança e o desenvolvimento regional nos próximos anos.




