A mulher, natural de Giruá (RS), morava sozinha e, segundo relatos repassados à Polícia Militar, não era vista pelos moradores desde o dia 13 de agosto.
As primeiras reclamações sobre o cheiro começaram no sábado (22). No domingo, moradores voltaram a relatar que o odor havia aumentado e permanecia concentrado no mesmo corredor do prédio.
Na segunda-feira, a síndica foi até o local para verificar a situação e identificou que o cheiro vinha do apartamento da advogada. Como a porta estava trancada e ninguém respondia, moradores utilizaram uma escada para olhar pela janela.
A mulher foi vista deitada sobre a cama e sem apresentar movimentos. A Polícia Militar foi acionada e um chaveiro precisou ser chamado para abrir a porta.
Dentro do imóvel, os policiais encontraram a moradora já sem vida e em avançado estado de decomposição. Também havia restos de alimentos com sinais de mofo e bitucas de cigarro próximas à cama.
A Polícia Civil esteve no apartamento e, conforme as informações registradas na ocorrência, não encontrou indícios de que a morte tenha sido causada por um crime.
O caso foi inicialmente tratado como morte natural. O corpo foi encaminhado para os procedimentos do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), que deverá auxiliar na identificação da causa da morte.




