Famílias apontam falta de cuidados no Cemitério Municipal

Reclamações sobre mato crescendo a falta de cuidados com os espaços no Cemitério Municipal Parque da Saudade têm surgido com frequência nos últimos tempos. Na Rádio Cidade, mesmo, diversos ouvintes e internautas fizeram contato para relatar casos sobre esse tema.
A reportagem da emissora esteve no cemitério para verificar se os relatos têm fundamento. O que se pode ver é que a vegetação vem crescendo, realmente, de maneira rápida, mas em uma alado cemitério, situada no outro lado da rua onde fica a capela mortuária. A vegetação ainda é rasteira e não muito elevada, mas, mesmo assim, preocupando famílias que visitam os túmulos. Principalmente por conta das altas temperaturas e o risco da presença de animais peçonhentos.
A responsabilidade pela gestão do cemitério passou para a Secretaria Municipal de Obras da Prefeitura. O secretário Ricardo de Souza afirmou para a reportagem que o problema do mato é frequente, mas quer a equipe tem procurado evitar que ele tome conta dos espaços na medida do possível.
“A roçagem é diária. Mas, obviamente, que o tamanho do cemitério é grande. Quando os servidores terminam de um lado, já está crescendo do outro”, disse ele.
Outro problema que tem sido apontado por pessoas que visitam os espaços no cemitério são túmulos deixados abertos. A reclamação se dá tanto pelos riscos de acidentes quanto de acúmulo de água, o que pode contribuir para a presença d focos do mosquito Aedes aegipty, transmissor da dengue.
O secretário explica que os espaços, realmente, existem, mas isso se deve à necessidade de agilizar o processo de sepultamento quando dos falecimentos.
“Obviamente que vai ter sempre os buracos abertos. Porque para abrir os túmulos novos tem que escavar os espaços”, destaca ele.
Ainda de acordo com o secretário, os buracos ficam abertos por período que não ultrapassa doze dias e a atenção ao acúmulo de água é permanente para evitar a proliferação da dengue.

