O laudo sobre a reconstituição da troca de tiros não conseguiu esclarecer duas das três questões capazes de apontar se os delegados da PF foram assassinados ou mortos por legítima defesa em Florianópolis. A conclusão do laudo com 44 páginas da 26ª Promotoria de Justiça da Capital deixou dúvidas.
Nem a versão do vídeo, feito com base nas fotos do IGP, nem as versões apresentadas pelas outras quatro testemunhas foram precisas para confirmar ou descartar a participação de um quarto atirador no tiroteio. E a maior dúvida que a reconstituição não conseguiu esclarecer tem ligação com o que ainda intriga os investigadores, quatro meses depois do tiroteio: a arma do delegado federal Elias Escobar, que sumiu do local do crime e foi a pistola de onde partiu o disparo que acertou o rosto do próprio delegado.
A conclusão do laudo assinado pelo Instituto Geral de Perícias aponta que a reconstituição não descobriu em que momento e quem fez o disparo contra a cabeça do policial Elias Escobar, que partiu da própria arma dele.




