(VÍDEO) Vítima de atropelamento, seu Edésio precisa de ajuda

CORREÇÃO: Foi publicado erroneamente nesta matéria um número de telefone pulará contato de quem quiser ajudar seu Edésio. O número havia sido repassado por familiares dele e acreditamos que tenha havido equívoco em algum dos números. Pedimos desculpas pelo ocorrido e que quem o anotou desconsiderar. Não publicaremos número para evitar transtorno novamente.
Aos 55 anos de idade, o seu Edésio Pereira passa por um momento delicado. Ele está acamado há quatro meses, após sofrer acidente de trânsito. Foram dois meses na UTI e, agora, ele luta para se recuperar e voltar à vida normal. Mas a família precisa de ajuda.
Edésio foi atropelado por uma moto enquanto se dirigia para casa na Rua Benta Clementina Pereira, transversal da Rua João Vanolli, no bairro Azambuja, em Brusque. Era tarde do dia 29 de abril, por volta de 16h50, quando ele acabou atingido. Do acidente restaram sequelas graves na cabeça, braço e perna. Uma das pernas, inclusive, ele não consegue esticar.
Esta semana, a Rádio Cidade esteve na casa do seu Edésio e da esposa dele, Marlene Ricardo da Silva. No local, a equipe da emissora ouviu o pedido de socorro feito por ela. Dona Marlene pede que a Prefeitura de Brusque ajude-a com sessões de fisioterapia mais frequentes para que a recuperação do marido ocorra de forma mais rápida.
Segundo ela, atualmente as visitas dos profissionais acontecem raramente e ela não tem condições de leva-lo a um especialista particular. Sem contar a dificuldade de acesso à residência do casal: a casa fica no morro, numa rua com diversos problemas de estrutura e o casal não possui veículo.
“Eu preciso de ajuda para fazer esse negócio na perna dele, porque eu não tenho condições de fazer. Não tenho condições de pagar, por que sei que tudo é caro”, pontuou ela.
Seu Edésio é servidor da Prefeitura de Brusque. Trabalha na Secretaria de Obras há 28 anos como roçador. Antes disso, havia sofrido um acidente no trabalho, mas nada de grave como o de agora, que o deixou impossibilitado. Ele vive os últimos quatro meses na cama, usando, inclusive, fralda geriátrica.
“Eu vejo meu velho aqui nessa cama o tempo todo. Não posso levantar ele, porque doi braço, doi perna, doi tudo”, destaca ela.
O que diz a Secretaria de Saúde
Procurada pela reportagem da Rádio Cidade, a Secretaria Municipal de Saúde informou que vai entrar em contato com dona Marlene e seu Edésio para verificar a atual situação dele. Assim, a secretaria verá o que pode ser ajustado em relação às sessões de fisioterapia e fraldas geriátricas para auxiliar o servidor.
Quem tiver interesse em auxiliar seu Edésio, seja com fraldas, alimentos ou mesmo sessões de fisioterapia, pode entrar em contato com a família, que reside na Rua Benta Clementina Pereira, sem número, bairro Azambuja.



