Durante a madrugada desta terça-feira (29), o mundo esportivo se deparou com mais uma tragédia envolvendo aviões que transportam equipes de futebol. A aeronave da companhia aérea Lamia, que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, onde o time disputaria a final da Copa Sul-Americana caiu por volta de 0h30, no horário de Brasília. Autoridades colombianas informaram que ao menos 76 pessoas morreram.
No avião estavam 72 passageiros e 9 tripulantes. Entre eles jogadores, direção e convidados da Chapecoense, além de jornalistas que iriam cobrir a partida para diversos órgãos de imprensa não só de Chapecó, mas de Florianópolis e de grandes centros. A queda aconteceu no município de La Unión, no departamento de Antioquia.
A delegação saiu de São Paulo na tarde de segunda-feira (28), e fez uma parada na cidade de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, de onde iria diretamente para Medellín. Após a queda, várias informações desencontradas sobre nomes de passageiros e sobre o resgate das vítimas começaram a aparecer.
Porém, por volta das 7h30, no horário de Brasília, o comandante da Polícia Metropolitana de Medellín, general José Acevedo confirmou que apenas cinco pessoas foram resgatadas com vida. Uma sexta pessoa resgatada acabou falecendo a caminho do hospital, somando então 76 vítimas fatais no acidente.
Mais informações sobre o acidente, como as causas e também a lista de mortos devem ser divulgados em breve pelas autoridades colombianas. Sabe-se que do grupo, os goleiros Danilo e Follmann e o lateral esquerdo Alan Ruschel sobreviveram, mas não se tem informações oficiais sobre o estado de saúde deles.


