A primeira edição “Semana de Formação Acadêmica e Científica e Cultural e Humanística e …”, a FACCHU, começou no dia 10 no Campus Brusque do Instituto Federal Catarinense. A cerimônia de abertura contou com a palestra “A Educação e a diversidade racial: o combate ao racismo perpassa pela escola”, com Marlina Oliveira Schiessl. As atividades do evento, porém, começaram um pouco antes, às 17h, com a abertura do credenciamento; às 18h30, com uma atividade de recepção, com apresentação dos conjuntos Plano B e Banda das Meninas.
A FACCHU segue até quinta-feira (13). A programação é bastante diversificada, e conta com palestras, que abordam assuntos como tendências tecnológicas, cultura indígena, webradios, saúde e muitos outros assuntos; atividades culturais como shows de música e exposições de artes plásticas; oficinas e grupos de trabalhos com os mais variados temas; e, feiras de empreendedorismo, biologia celular e cartografia, entre outras. Todas as atividades são abertas ao público – com exceção das oficinas e Gts, voltadas para a comunidade acadêmica.
A programação completa está disponível na internet, no seguinte link: http://brusque.ifc.edu.br/programacao/
Integração – De acordo com a coordenadora do evento, professora Adriana Dias, o objetivo principal da Semana é proporcionar o contato do Campus com a comunidade de Brusque e região. “A ideia surgiu da necessidade de se divulgar a presença de um Instituto Federal aqui na cidade - uma vez que somos um campus ainda novo – e criar um ambiente de integração com a sociedade. Queríamos ainda promover uma semana acadêmica para os nossos cursos, com atividades de ensino, pesquisa e extensão. Resolvemos então conciliar essas duas vontades, e assim nasceu a FACCHU.
Adriana ressalta que a realização da Semana traz benefícios para todos os participantes – tanto os do próprio campus, quanto os da comunidade em geral. “Muitas das atividades da Facchu, por exemplo, foram pensadas considerando as escolas das redes municipal e estadual, na troca de experiências com essas instituições de ensino. Alunos dessas escolas vão inclusive trazer exposições para o evento. É uma troca: nós passamos a conhecer melhor a sua realidade, e eles conhecem o Campus – e podem se interessar em fazer um curso técnico ou superior aqui”. Explica. “A Semana é ainda uma oportunidade para que o IFC promova questões culturais e aproxime o conhecimento ao dia-a-dia da comunidade.”
A coordenadora da Facchu explica ainda a simbologia das reticências no título da Semana. “O nome do evento enfatiza a multiplicidade das potencialidades existentes nas Ciências e nas Artes e suas relações.”




