Após a deflagração da operação “Falso Samaritano”, que revelou um esquema milionário de desvio de doações, o Hospital Azambuja divulgou uma nota oficial. Na manifestação, a instituição enfatiza que também foi vítima da fraude, reforça sua colaboração com a Polícia Civil e lamenta que seu nome tenha sido utilizado em práticas ilícitas.
O hospital ressaltou ainda a importância do apoio da comunidade ao longo de sua trajetória e garantiu que todas as doações feitas diretamente à instituição continuam sendo aplicadas com responsabilidade e transparência, resultando em melhorias concretas no atendimento prestado à população de Brusque e região.
Confira a nota:
"O Hospital Arquidiocesano Cônsul Carlos Renaux – Hospital Azambuja informa que foi vítima em processo investigativo relacionado à arrecadação de doações realizadas por meio da fatura de energia elétrica da Celesc.
Toda a gestão dessas doações era de responsabilidade exclusiva da empresa contratada, cabendo a ela arrecadar e repassar os valores aos hospitais.
O hospital forneceu integralmente à Polícia Civil toda a documentação solicitada e segue colaborando de forma transparente com as autoridades.
“O apoio da comunidade sempre foi fundamental para a nossa história. Cada contribuição direta recebida pelo hospital é cuidada com responsabilidade e transforma-se em melhorias concretas para quem precisa de atendimento”, afirma Gilberto Bastiani, gestor hospitalar.
O Hospital Azambuja lamenta profundamente que seu nome tenha sido utilizado em práticas ilícitas e que recursos destinados à saúde tenham sido alvo desse tipo de ação. Reafirma, ainda, que todas as contribuições feitas diretamente à instituição são muito bem-vindas e fundamentais para manter o atendimento de qualidade e a missão filantrópica que há 123 anos orientam sua atuação em Brusque e região".




