A atualização do Plano Municipal de Saneamento Básico entrou na etapa final após a audiência pública realizada na Câmara de Vereadores. O documento define diretrizes para áreas como abastecimento de água e esgoto com metas estabelecidas para os próximos anos.
O processo envolveu consulta pública, análise técnica e participação de entidades, antes de chegar à fase final de validação. A proposta agora segue para os trâmites legais, que devem oficializar o novo plano e substituir a versão anterior.
O assunto foi destaque na manhã desta sexta-feira (24), durante o programa Radio Revista Cidade, da Cidade FM, que recebeu o assistente técnico do Samae, Juliano Montibeller, para detalhar os próximos passos e explicar o impacto das mudanças.
Durante a entrevista, Juliano destacou o papel da audiência dentro do processo. “A audiência pública é a última etapa do rito para chegar à revisão do Plano de Saneamento”, afirmou, ressaltando que o documento já vinha sendo construído desde etapas anteriores, como a consulta pública.
O plano estabelece metas de universalização dos serviços e serve como base para decisões futuras do município, incluindo investimentos e definição de prioridades nas áreas de abastecimento e esgotamento sanitário. “O plano dá diretriz de saneamento da cidade”, explicou.
Além disso, o documento também orienta ações a longo prazo, com horizonte de até 20 anos, prevendo revisões periódicas e acompanhamento por órgãos reguladores, garantindo que as metas sejam cumpridas ao longo do tempo.
Por fim, Juliano ressaltou que, após a audiência, o documento deve ser encaminhado para validação. “A partir desse decreto sendo publicado, começa a valer então esse plano”, concluiu.



