Brusque FC quer firmar parceria para reformar gramado

A Federação Catarinense de Futebol deu prazo até 22 setembro para os clubes que vão disputar o Campeonato Catarinense de 2020 informem o local onde mandarão seus jogos, atendendo as exigências da entidade no tocante às condições, em especial dos gramados. O diretor de futebol do Brusque, André Rezini, confirmou no programa Rádio Revista Cidade desta quarta-feira (4) que o problema preocupa e o clube busca alternativas.
Nesta terça-feira (3) os diretores do Brusque se reuniram com o gestor do Almirante Barroso, de Itajaí, que vai disputar a Série A do ano que vem, e que passa pelo mesmo problema. Eles querem buscar uma solução conjunta, custeando a troca do gramado no Estádio Augusto Bauer, que pertence ao Carlos Renaux, descontando de aluguéis para que os times mandem seus jogos no Gigantinho.
André confirmou que surgiu ainda um plano B, realizando as adequações no estádio pertencente Paysandu, que necessitaria ainda adequações mais profundas em suas instalações. “Se não der no campo do Carlos Renaux tem a questão do estádio de São João Batista, Camboriú também nos procurou e colocou o estádio à disposição, o presidente do Jaraguá do Sul se colocou à disposição, afirmando que pretendem reformar o gramado e levar o Brusque pra lá”, afirmou André.
No entanto, o diretor de futebol do Brusque deixou claro que esta não é a intenção da diretoria, de mandar jogos fora da cidade, penalizando o torcedor local. “A perda é muito grande, não podemos sair de Brusque. Só que infelizmente se não tiver como fazer em Brusque, nós vamos ter que fazer fora, o que é uma piedade para os torcedores”, enfatizou André Rezini.
O diretor brusquense disse que sobre a Arena Havan não tem como ela ser feita em quatro a cinco meses e que é uma obra gigantesca e com grande orçamento, devendo levar de um a dois anos para ser concluída.



